Ambientes imersivos criados por estudantes e professores da UNEF e da UNIFAN transformam o conhecimento acadêmico em experiências que conectam história, ciência, tecnologia e inovação
Como transformar conteúdos estudados em sala de aula em experiências capazes de despertar a curiosidade, estimular os sentidos e aproximar o público do conhecimento? Na FINC 2026, festival promovido pela UNEF e pela UNIFAN, essa proposta ganha forma por meio de salas temáticas que convidam os visitantes a explorar diferentes universos e descobrir novas possibilidades de aprendizagem.
Com o tema “A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana”, o festival propõe uma reflexão sobre a evolução do conhecimento e a capacidade humana de criar, inovar e transformar a sociedade. Os ambientes temáticos se tornam espaços de experimentação, nos quais diferentes áreas da formação universitária são apresentadas de maneira criativa, interativa e conectada aos desafios do presente e às perspectivas do futuro.
As salas temáticas representam uma oportunidade de transformar conceitos teóricos em experiências concretas. Por meio da criação de cenários, instalações e propostas interativas, os estudantes são desafiados a pesquisar, planejar, desenvolver ideias e trabalhar coletivamente para dar vida aos projetos.
A preparação dos ambientes levou aproximadamente uma semana, período dedicado à montagem das estruturas e à finalização dos detalhes para receber o público durante a FINC 2026. Na véspera da abertura do festival, a coordenadora do curso de Direito da UNIFAN, Lorena Peixoto, destacou o empenho da equipe e dos estudantes na conclusão do espaço. Segundo ela, a expectativa era positiva, e o grupo estava confiante de que o estande estaria entre os destaques desta edição.
O envolvimento dos universitários na construção dessas experiências também foi destacado pelo vice-reitor da UNEF, Thiago Souza. Para ele, a FINC é uma oportunidade de dar visibilidade à criatividade e ao conhecimento produzidos pelos estudantes, que assumem um papel central no desenvolvimento dos projetos.
“Na FINC, nossos alunos são os grandes protagonistas, seja por meio dos trabalhos científicos, das apresentações nos estandes ou das experiências desenvolvidas nas salas temáticas. É maravilhoso ver os estudantes no centro de tudo, assumindo o comando e a direção dos projetos. Quando a criatividade se une ao conhecimento adquirido em sala de aula, o resultado são trabalhos belíssimos, como os que estamos acompanhando ao longo desses dias de festival”, destaca Thiago Souza.
Além de valorizar a produção acadêmica, a iniciativa busca aproximar a comunidade das instituições de ensino superior. A proposta é especialmente interessante para estudantes do ensino médio, que podem conhecer diferentes áreas de atuação, explorar possibilidades profissionais e ampliar as perspectivas sobre a escolha de uma carreira.
O convite para conhecer esses espaços também faz parte da proposta do festival, o coordenador do curso de Direito da UNEF, Venicio Moraes, ressaltou o trabalho coletivo realizado nos dias que antecederam a programação e a expectativa de receber o público nos ambientes preparados pelas equipes.
“Há cerca de duas semanas, toda a equipe está mergulhada na preparação do evento, trabalhando para que tudo fique pronto e o público tenha uma experiência incrível. Para quem ainda não veio, fica o convite: venha conhecer o maior festival acadêmico do Nordeste”, apontou Venicio.
A diversidade das salas temáticas é um dos elementos que dão identidade à experiência da FINC, os ambientes apresentam diferentes conceitos, referências culturais, períodos históricos e possibilidades tecnológicas, mostrando como áreas distintas do conhecimento podem dialogar em uma mesma programação.
Em vez de limitar a aprendizagem à exposição de conteúdos, as propostas convidam o público a observar, explorar e fazer conexões entre aquilo que já conhece e novas descobertas. A ambientação visual, os elementos interativos e a participação dos estudantes ajudam a tornar os temas mais acessíveis e despertam o interesse por assuntos que fazem parte do cotidiano e da formação profissional.
Essa diversidade também evidencia a importância da interdisciplinaridade, aproximando diferentes campos do saber e demonstrando que os desafios contemporâneos exigem conhecimentos complementares, capacidade de análise e abertura à inovação.
A participação dos estudantes na concepção e na execução das salas permite que eles assumam um papel ativo na construção do conhecimento, colocando em prática competências desenvolvidas ao longo da graduação.
Ao trabalhar em projetos coletivos, os universitários também exercitam habilidades importantes para o mercado de trabalho, como planejamento, comunicação, autonomia e capacidade de transformar ideias em resultados. A experiência ainda favorece a troca de conhecimentos entre colegas e o diálogo com professores, ampliando as possibilidades de aprendizagem para além das atividades acadêmicas convencionais.
A experiência também tem despertado o entusiasmo de quem visita os espaços e acompanha de perto as produções dos colegas. Para a estudante de Direito Maria Clara Cirino, a FINC é um momento de conhecer novas ideias, explorar diferentes propostas e valorizar a criatividade presente nos projetos desenvolvidos pela comunidade acadêmica.
“A FINC sempre foi um dos meus eventos favoritos da UNEF e da UNIFAN, e estou amando esta edição. Conhecer todos os estandes e as salas temáticas tem sido uma experiência incrível. Está tudo muito lindo!”, afirmou Maria Clara Crino.
Ao conhecer os projetos desenvolvidos pelos próprios acadêmicos, os visitantes podem compreender melhor como a formação superior envolve não apenas o domínio de conteúdos, mas também a experimentação, a criatividade e a capacidade de desenvolver soluções.
Festival promovido pela UNEF e pela UNIFAN reúne arte, música, inovação e protagonismo estudantil em Feira de Santana, com programação até quinta-feira (22) e expectativa de receber 15 mil pessoas.
Um espetáculo teatral, bandeiras dos cursos, robô humanoide e uma apresentação eletrizante de DJ Hitmaker marcaram o início da FINC 2026, na noite desta terça-feira (20), em Feira de Santana. Promovido pela UNEF e pela UNIFAN, o festival tem como tema “A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana” e propõe uma experiência que vai além do ambiente tradicional de aprendizagem, conectando conhecimento acadêmico, tecnologia, cultura e entretenimento.
Realizada na Arena Park, no estacionamento 2 da UNEF, a abertura deu início a três dias de atividades que valorizam a criatividade e o protagonismo dos estudantes, com projetos acadêmicos, salas temáticas, experiências imersivas e atrações culturais. A expectativa da organização é reunir 15 mil pessoas durante o evento, que segue até quinta-feira (22).
A abertura começou com o espetáculo teatral “A Roda do Tempo Gira”, dirigido pelo produtor teatral Geovane Mascarenhas, em seguida, a entrada das bandeiras dos cursos da UNEF e da UNIFAN marcou a cerimônia, que contou com o pronunciamento do reitor Jodilton Souza. Ao agradecer aos estudantes e reconhecer a dimensão dos projetos preparados para o festival, o gestor demonstrou admiração pela qualidade dos trabalhos. “Eu nunca vi, em 40 e tantos anos de educação, tanto projeto lindo”, declarou.
Em entrevista, Jodilton destacou a importância de proporcionar aos estudantes oportunidades de pesquisa, experimentação e desenvolvimento de habilidades por meio de projetos práticos. “A educação não se faz somente em quatro paredes na sala de aula. A educação é feita também com esses projetos”, afirmou.
Para o reitor, iniciativas como a FINC permitem que os alunos descubram e desenvolvam suas potencialidades, colocando em prática conhecimentos adquiridos durante a formação. Ele também revelou a intenção de discutir com os diretores das instituições a possibilidade de incorporar os projetos ao calendário acadêmico da próxima edição, prevista para daqui a dois anos.
A diretora administrativa Salette Souza também ressaltou o papel dos estudantes na construção do festival e a qualidade das experiências desenvolvidas nos espaços temáticos. “Os alunos são os grandes protagonistas, com estandes e salas temáticas que estão nos dando verdadeiras aulas”, afirmou. A gestora destacou ainda a proposta de conectar passado, presente e futuro por meio do conhecimento e da inovação.
A tecnologia e a expressão artística ganharam destaque com a apresentação de dança, que traduziu o tema desta edição em uma performance futurista. A entrada de um robô humanoide surpreendeu o público e reforçou a proposta de explorar as relações entre inteligência humana, criatividade e inovação tecnológica.
A apresentação deu o tom de uma noite em que diferentes linguagens se encontraram para mostrar que a experiência universitária também pode ser construída por meio da arte, da cultura e de novas formas de interação com o público.
A programação musical elevou a energia da Arena Park com o show de DJ Hitmaker, antes de subir ao palco, o artista havia antecipado nos bastidores que preparava uma apresentação imprevisível e cheia de surpresas. A expectativa se confirmou durante o show, que marcou um dos momentos de maior animação da abertura.
Ao comentar a iniciativa de uma universidade promover um evento dessa dimensão, Hitmaker destacou a combinação entre educação e cultura como um diferencial da proposta. “Para mim, quando você está num evento que mistura cultura, música e educação, é o combo perfeito”, declarou.
A fala reforça o propósito da FINC de aproximar o ambiente acadêmico de experiências culturais e artísticas, ampliando as possibilidades de interação entre estudantes, profissionais e comunidade. O encerramento da primeira noite ficou por conta do DJ Pedro Chamusca, que deu continuidade à programação musical e ao clima de celebração.
Antes da apresentação, o artista elogiou a estrutura preparada para o festival e a receptividade da equipe. “O evento já entregou uma expectativa gigante, porque olha essa estrutura, olha esse público, inclusive a entrega, a receptividade de toda a equipe”, afirmou.
Chamusca também destacou o desafio de renovar sua apresentação e levar novidades ao público. “Eu me desafio muito nesse show para trazer coisas novas”, declarou, relacionando a experiência à fase de transformação que vive em sua carreira.
A FINC 2026 continua nesta quarta-feira (21) com uma programação que amplia o contato do público com a ciência, a tecnologia e a produção acadêmica. Salas temáticas e estandes desenvolvidos pelos estudantes transformam conteúdos de diferentes áreas em ambientes interativos, com cenários, instalações e propostas que estimulam a curiosidade dos visitantes.
Entre as experiências previstas estão espaços relacionados à inteligência artificial, à robótica, aos foguetes, aos desafios de engenharia e à cultura geek, além de atividades ligadas aos jogos eletrônicos. Os projetos são resultado de pesquisa, planejamento e trabalho coletivo, ao desenvolver cada proposta, os estudantes têm a oportunidade de aplicar conhecimentos de seus cursos, exercitar a criatividade e apresentar ao público diferentes possibilidades de atuação profissional.
A iniciativa reforça uma das principais propostas do festival: valorizar o protagonismo estudantil e demonstrar como a aprendizagem prática pode contribuir para a formação acadêmica e profissional.
Outro destaque da programação é a Super Revisão ENEM 2026, gratuita e aberta ao público, voltada para jovens que desejam esclarecer dúvidas e reforçar a preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio.
A atividade será realizada nesta quarta-feira (21), às 14h, no Cajueiro Convenções, em Feira de Santana, e contará com professores de diferentes áreas do conhecimento, com revisão de conteúdos de Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Matemática. A iniciativa amplia o alcance educacional da FINC ao oferecer uma oportunidade de preparação para o Enem e aproximar o público de atividades de aprendizagem promovidas pelas instituições.
Com expectativa de reunir 15 mil pessoas, a FINC 2026 segue até quinta-feira (22), com atividades que integram conhecimento acadêmico, ciência, tecnologia, cultura e entretenimento.
Promovido pela UNEF e pela UNIFAN, o festival propõe uma experiência universitária que vai além do ensino tradicional, incentivando a pesquisa, a criatividade e a aplicação prática do conhecimento.
Ao reunir projetos acadêmicos, apresentações artísticas e experiências imersivas, a FINC valoriza o potencial dos estudantes e cria oportunidades para que a comunidade conheça de perto o que é produzido dentro das instituições.
Promovido pela UNEF e pela UNIFAN, evento será realizado de 20 a 22 de outubro e terá a inteligência artificial como tema central
Feira de Santana se prepara para receber mais uma edição da FINC, festival promovido pela UNEF e pela UNIFAN que propõe conectar conhecimento, inovação, tecnologia e mercado de trabalho. Com o tema “A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana”, a edição de 2026 será realizada entre os dias 20 e 22 de outubro, nas dependências da UNEF, reunindo atividades voltadas a diferentes áreas do conhecimento.
A proposta é ampliar o diálogo entre universidade, mercado e sociedade, colocando em pauta as transformações provocadas pela inteligência artificial e o papel da criatividade, do pensamento crítico e das competências humanas diante das novas tecnologias. O festival também será aberto ao público externo, permitindo a participação de pessoas que não integram a comunidade acadêmica das instituições.
Com a proximidade do evento, a organização já definiu orientações importantes para quem pretende participar, especialmente em relação à compra dos ingressos, às regras de acesso e aos canais de atendimento.
Uma das principais informações para os participantes é que o ingresso da FINC 2026 dará acesso a todas as atrações previstas para os três dias do festival. A programação detalhada, com os horários e as informações sobre cada atividade, deve ser acompanhada pelos canais oficiais das instituições.
Não haverá venda dos ingressos na entrada do evento, o que torna necessário realizar a compra antecipadamente, cada ingresso é nominal e intransferível, com limite de até cinco unidades por CPF.
Para facilitar o pagamento, a organização disponibiliza parcelamento em até 12 vezes com juros ou em até três vezes sem juros.
Os participantes poderão apresentar o ingresso diretamente pelo celular, sem necessidade de impressão, o documento digital será utilizado para validar a entrada e registrar a presença no evento.
Caso o ingresso não seja recebido por e-mail, o participante poderá solicitar o reenvio pelo endereço eventos@gruponobre.edu.br. Para agilizar o atendimento, é necessário encaminhar o comprovante de compra, o nome completo e o CPF para verificação.
O e-mail também é o canal oficial para esclarecer dúvidas relacionadas à compra e aos ingressos. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 12h.
A produção de fotografias e vídeos durante a FINC será permitida para uso criativo, no entanto, quem pretende realizar registros com finalidade comercial deverá entrar em contato com a coordenação do evento para obter orientações sobre as condições de participação na lista de patrocinadores.
Em relação aos cancelamentos, as compras realizadas pela internet estão sujeitas ao direito de arrependimento, com possibilidade de restituição integral no prazo de sete dias a partir da contratação, conforme as condições legais aplicáveis. Após esse período, o regulamento não prevê reembolso por desistência voluntária ou ausência do participante. Em caso de cancelamento ou alteração do evento por iniciativa da organização, a restituição dos valores pagos é assegurada nos termos previstos.
Ao reunir diferentes áreas do conhecimento em torno das transformações tecnológicas, a FINC 2026 busca ampliar as possibilidades de troca entre estudantes, professores, profissionais, pesquisadores, empreendedores e demais interessados nos caminhos da inovação.
A realização do festival pela UNEF e pela UNIFAN reforça a proposta de aproximar a formação acadêmica das discussões que movimentam a sociedade e o mercado de trabalho. Com a inteligência artificial como ponto de partida, a programação pretende estimular reflexões sobre como o desenvolvimento tecnológico pode dialogar com a inteligência humana e contribuir para a construção de novas perspectivas profissionais.
Os interessados em participar devem acompanhar os canais oficiais da UNEF e da UNIFAN para conferir as atualizações sobre a programação e acessar o link de inscrição, disponível na bio dos perfis das instituições no Instagram.
As discussões promovidas pelo Setembro Amarelo ajudam a reforçar um tema que precisa permanecer em debate durante todo o ano: a saúde mental. Na formação médica, essa discussão ganha ainda mais relevância, já que os futuros profissionais poderão encontrar situações relacionadas ao sofrimento psíquico em diferentes áreas e contextos de atendimento.
Na UNEF Medicina, em Feira de Santana, esse olhar também está presente na formação dos estudantes por meio da Liga Acadêmica de Psiquiatria da UNEF Medicina (LAPSI). A iniciativa cria um espaço para aprofundamento de conhecimentos, troca de experiências e discussão de temas relacionados à Psiquiatria e à saúde mental.
Mais do que acompanhar uma campanha de conscientização, a atuação da LAPSI mostra como uma liga acadêmica de Medicina pode contribuir para uma formação que aproxima conhecimento, prática e demandas da sociedade.
Uma liga acadêmica é uma iniciativa formada por estudantes, com acompanhamento de professores ou profissionais, voltada ao aprofundamento de uma determinada área do conhecimento.
Na graduação em Medicina, as ligas podem funcionar como espaços complementares à formação curricular, permitindo que os alunos participem de discussões, atividades acadêmicas, pesquisas, eventos e ações de extensão.
A experiência possibilita que o estudante tenha contato mais aprofundado com temas de seu interesse e desenvolva uma participação mais ativa na própria trajetória acadêmica.
Esse contato pode contribuir para que os futuros médicos compreendam que o cuidado em saúde não envolve apenas aspectos físicos, questões emocionais e psicológicas também podem estar presentes em diferentes situações clínicas e exigem atenção durante o atendimento.
A participação em iniciativas acadêmicas desse tipo também favorece o desenvolvimento de habilidades importantes para a prática profissional, como comunicação, escuta, trabalho em equipe, pensamento crítico e capacidade de compreender diferentes perspectivas.
A saúde mental faz parte da realidade dos serviços de saúde e pode aparecer em diferentes especialidades médicas. Por isso, discutir o tema ainda durante a graduação permite que os estudantes ampliem sua compreensão sobre o sofrimento psíquico e sobre a importância de uma abordagem humanizada no atendimento.
Embora o Setembro Amarelo concentre ações de conscientização sobre prevenção do suicídio e valorização da vida, a discussão sobre saúde mental não precisa terminar com o encerramento do mês. Para instituições de ensino, o período também pode servir como oportunidade para ampliar debates que permanecem relevantes ao longo de todo o ano.
Na formação médica, isso significa compreender que falar sobre saúde mental envolve diferentes dimensões do cuidado, desde a importância de reconhecer situações que merecem atenção até a necessidade de encaminhamento para profissionais e serviços especializados.
Em situações de sofrimento emocional intenso ou risco de suicídio, a orientação é buscar ajuda profissional e, em situações de emergência, procurar imediatamente um serviço de atendimento.
No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional gratuitamente pelo telefone 188.
A existência de ligas acadêmicas também evidencia a importância de uma instituição de ensino superior oferecer espaços para que os estudantes participem ativamente da construção do conhecimento.
A formação médica acontece por meio das aulas e dos conteúdos curriculares, mas também pode ser enriquecida pela participação em projetos, pesquisas, eventos, atividades de extensão e iniciativas acadêmicas.
As ligas acadêmicas funcionam como espaços de protagonismo estudantil, o aluno deixa de ser apenas receptor de conteúdo e passa a participar de discussões, atividades e projetos relacionados à área que deseja aprofundar.
Na Medicina UNEF, em Feira de Santana, a LAPSI integra esse movimento ao criar oportunidades de aproximação dos estudantes com temas relacionados à Psiquiatria e à saúde mental.
Para quem pretende cursar Medicina em Feira de Santana, conhecer as oportunidades oferecidas por uma instituição vai além da análise da grade curricular. A possibilidade de participar de ligas acadêmicas, projetos de pesquisa, extensão e outras atividades pode fazer parte da experiência universitária e contribuir para uma formação mais ampla.
Entre os principais benefícios de uma liga acadêmica estão:
Essas experiências contribuem para que o aluno conheça melhor diferentes possibilidades de atuação e construa, ao longo da graduação, uma trajetória alinhada aos seus interesses profissionais.
A atuação da Liga Acadêmica de Psiquiatria da UNEF mostra que discutir saúde mental na universidade não precisa estar restrito a períodos de campanha. O tema pode fazer parte da formação cotidiana dos futuros médicos, contribuindo para ampliar conhecimentos e desenvolver uma visão de cuidado que considere o paciente de maneira integral.
Ao incentivar iniciativas como a LAPSI, a universidade amplia os espaços de aprendizagem e permite que os estudantes tenham contato com questões que ultrapassam os limites da sala de aula.
Para quem busca uma faculdade de Medicina em Feira de Santana, esse conjunto de experiências ajuda a compreender que a formação médica também é construída por meio da participação, da troca de conhecimentos e do contato com as demandas reais da sociedade.
A formação dos futuros médicos passa por um momento de transformação, impulsionado por novas tecnologias, mudanças no perfil dos pacientes e desafios relacionados à qualidade do ensino e ao bem-estar dos estudantes. É nesse contexto que coordenadores dos cursos de Medicina da UNEF e da UNIFAN, em Feira de Santana, participam do Congresso Brasileiro de Educação Médica (COBEM) 2026, realizado em Porto Alegre (RS).
A Dra. Andressa Guimarães, coordenadora pedagógica do curso de Medicina da UNEF, e o Dr. Deivid Bomfim, coordenador pedagógico do curso de Medicina da UNIFAN, acompanham as discussões do congresso, que reúne docentes, preceptores, residentes, estudantes, pesquisadores e outros profissionais ligados à educação médica. Entre os temas discutidos estão avaliação e qualidade da formação médica, inteligência artificial, saúde planetária, saúde mental e bem-estar, assuntos que refletem mudanças já presentes na rotina das instituições de ensino e dos serviços de saúde.
A expansão da inteligência artificial na área da saúde está entre os assuntos que vêm ganhando espaço nas discussões sobre o futuro da Medicina, ferramentas de IA já fazem parte de diferentes processos relacionados à saúde, o que amplia a necessidade de discutir como os futuros médicos devem ser preparados para utilizar essas tecnologias de maneira responsável, considerando aspectos técnicos, éticos e humanos.
Para as escolas médicas, o desafio não está apenas em acompanhar a evolução tecnológica, mas em compreender como essas ferramentas podem ser incorporadas à formação sem substituir competências fundamentais da atuação médica, como o raciocínio clínico, a comunicação com o paciente e a tomada de decisões.
O debate no COBEM contribui para aproximar os coordenadores de diferentes experiências e pesquisas desenvolvidas no país sobre o tema.
A formação médica envolve uma trajetória acadêmica extensa, marcada por diferentes etapas de aprendizagem, atividades práticas e contato progressivo com pacientes e serviços de saúde. Por isso, saúde mental e bem-estar de estudantes e profissionais também estão entre os temas relevantes para a discussão sobre qualidade da educação médica.
O debate amplia a compreensão de que a formação de um médico envolve não apenas conhecimentos técnicos e científicos, mas também aspectos relacionados ao ambiente de aprendizagem e às condições em que estudantes e profissionais desenvolvem suas atividades.
O Congresso Brasileiro de Educação Médica funciona como espaço de encontro entre diferentes atores envolvidos na formação dos profissionais de saúde.
A participação de representantes de instituições de ensino permite acompanhar experiências desenvolvidas em diferentes regiões do Brasil e estabelecer contato com pesquisadores, professores, preceptores e outros profissionais que atuam diretamente na educação médica.
Para instituições que oferecem curso de Medicina em Feira de Santana, acompanhar as transformações da educação médica também significa manter o debate acadêmico conectado às mudanças que ocorrem na profissão e no sistema de saúde.
A participação dos coordenadores da UNEF e da UNIFAN possibilita o contato com diferentes experiências e perspectivas sobre temas que fazem parte dos desafios atuais da formação médica brasileira. Mais do que acompanhar palestras e apresentações, a participação em um congresso nacional desse porte representa uma oportunidade de troca de conhecimentos, atualização acadêmica e aproximação com discussões que podem contribuir para o aprimoramento contínuo do ensino médico.
Na UNEF, estudantes têm contato com a prática, estrutura especializada e experiências que aproximam a graduação da realidade profissional
Cuidar da saúde bucal envolve prevenção, diagnóstico e tratamento, mas a atuação do cirurgião-dentista vai além do consultório, a profissão reúne diferentes especialidades e exige conhecimento técnico, habilidade prática, capacidade de comunicação e atualização constante.
Para quem escolhe essa carreira, a graduação é o momento de construir essas competências. Na UNEF, o curso de Odontologia combina formação teórica e atividades práticas, permitindo que o estudante tenha contato com situações próximas da rotina profissional desde a graduação.
Em 2026, o curso completou 10 anos de trajetória e já formou aproximadamente mil profissionais, que hoje atuam em diferentes áreas da Odontologia.
Quando a sala de aula encontra a prática clínica
Anatomia, fisiologia, materiais e técnicas fazem parte da graduação, mas a formação em Odontologia também exige experiência prática. Na UNEF, os estudantes têm contato com a rotina profissional desde os primeiros semestres, com aulas em laboratórios especializados, duas clínicas e ambientes de atendimento, além de equipamentos e tecnologias utilizados na área. A graduação também inclui atendimentos clínicos supervisionados, atividades de extensão, projetos acadêmicos, participação em eventos e experiências interdisciplinares, ampliando o contato com diferentes áreas da profissão.
O curso de Odontologia da UNEF recebeu conceito 5 na avaliação do Ministério da Educação (MEC), nota máxima da escala utilizada pelo órgão. A avaliação considera aspectos como a organização pedagógica, o corpo docente e as condições de infraestrutura oferecidas para a formação dos estudantes.
Na prática clínica, os alunos aprendem a avaliar cada caso, planejar procedimentos e desenvolver a comunicação com o paciente, sempre sob orientação dos professores. A experiência permite conhecer diferentes perfis e necessidades, enquanto o contato com as diversas áreas da Odontologia ajuda a identificar possibilidades de atuação antes mesmo da conclusão do curso.
Nosso objetivo é que o estudante compreenda, desde a graduação, que ser cirurgião-dentista envolve conhecimento técnico, tomada de decisão, responsabilidade e, principalmente, cuidado com as pessoas. A vivência prática permite transformar o conteúdo aprendido em experiência e contribui para que o aluno conclua o curso mais preparado para diferentes possibilidades de atuação na Odontologia”, destaca, Jeidson Marques, coordenador do curso de Odontologia da UNEF.
A Odontologia oferece diversas possibilidades de carreira. Além da clínica geral, o profissional pode atuar em áreas como ortodontia, odontopediatria, implantodontia, periodontia, cirurgia, dentística, estética e atendimento a pacientes com necessidades específicas.
A diversidade de especialidades reconhecidas pelo Conselho Federal de Odontologia mostra como a profissão reúne diferentes campos de atuação. Atualmente, o CFO reconhece 24 especialidades odontológicas, que abrangem desde áreas voltadas à prevenção e ao cuidado de públicos específicos até procedimentos clínicos, cirúrgicos e estéticos.
O contato com diferentes áreas durante a graduação ajuda o estudante a conhecer essas possibilidades, identificar seus interesses e planejar os próximos passos da carreira.
A graduação também inclui experiências que aproximam os estudantes de outras áreas do conhecimento, entre elas está a FINC - Feira de Inovação, Negócios e Conhecimento, iniciativa que reúne projetos de diferentes cursos da UNEF.
Os estudantes de Odontologia também participam da FINC, apresentando projetos e experiências desenvolvidas ao longo da graduação, a iniciativa amplia o contato dos alunos com propostas de inovação, estimula a troca de conhecimentos com estudantes de outras áreas e mostra como a Odontologia também pode dialogar com diferentes campos do conhecimento.
Tecnologias digitais, novos materiais e técnicas vêm modificando a rotina da Odontologia, para acompanhar esse cenário, o profissional precisa manter uma formação contínua e estar atento às novidades da área.
Estudantes, docentes, pesquisadores, egressos e profissionais podem submeter trabalhos científicos para apresentação durante o Festival Internacional do Conhecimento, promovido pela UNEF e pela UNIFAN, em outubro
O conhecimento produzido dentro e fora das instituições terá espaço no Festival Internacional do Conhecimento (FINC 2026). A UNEF e a UNIFAN, instituições integrantes do Grupo Nobre, publicaram o edital para submissão de trabalhos científicos que serão apresentados durante o evento, nos dias 21 e 22 de outubro de 2026, em Feira de Santana.
A iniciativa tem como objetivo incentivar a iniciação científica, a pesquisa aplicada e a extensão universitária, além de promover a integração entre estudantes, professores, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas do conhecimento. Os trabalhos poderão ser submetidos nas modalidades Resumo Simples e Resumo Expandido, com apresentação obrigatória em formato de pôster para os trabalhos aprovados.
A chamada é aberta para:
A submissão dos trabalhos é gratuita. No entanto, pelo menos o autor principal precisa estar regularmente inscrito no FINC 2026.
Para estudantes regularmente matriculados na UNEF ou na UNIFAN, existe ainda a obrigatoriedade de participação de pelo menos um docente vinculado a uma das duas instituições como autor, orientador ou coorientador do trabalho.
Os interessados poderão enviar seus trabalhos entre 8 de setembro e 2 de outubro de 2026.
Confira o cronograma:
Os prazos de submissão seguem o horário oficial de Brasília e se encerram às 23h59 da data indicada.
Os trabalhos deverão ser enviados exclusivamente para o e-mail da Comissão Científica:
comissaocientificafinc@gruponobre.edu.br
Cada submissão deverá incluir dois arquivos em PDF:
A ausência de um dos arquivos ou a identificação dos autores na versão destinada à avaliação poderá resultar no indeferimento do trabalho durante a triagem documental. Cada trabalho deve ter entre dois e cinco autores.
Mais informações leia o edital: EDITAL INTERINSTITUCIONAL UNEF UNIFAN FINC Nº 01_2026
Programação reúne pesquisadores e profissionais de diferentes áreas para discutir transformações que já impactam a educação, o mercado de trabalho e a sociedade
O futuro do trabalho já está em transformação, inteligência artificial, novas tecnologias e mudanças sociais estão modificando profissões e criando novas demandas para quem está se preparando para o mercado. Nesse cenário, a universidade amplia seu papel ao criar espaços de discussão e contato com diferentes perspectivas.
É nesse contexto que UNEF e UNIFAN realizam, entre os dias 21 e 24 de setembro, o CICIC.26 – Congresso Internacional de Ciência, Inovação e Conhecimento. A programação, das 18h às 22h, será transmitida online pelo YouTube e reunirá especialistas de diferentes áreas para discutir temas ligados à educação, tecnologia, Direito, saúde, gestão e inovação.
O CICIC.26 é uma programação acadêmica voltada ao debate sobre ciência, inovação, tecnologia e suas relações com diferentes áreas profissionais. Durante quatro dias, estudantes, professores e profissionais poderão acompanhar discussões sobre inteligência artificial, educação, plataformas digitais, Direito, saúde digital, mercado farmacêutico, Fisioterapia, Enfermagem, Biomedicina e gestão, entre outros temas.
A programação reúne especialistas de diferentes regiões e amplia o contato dos participantes com pesquisas e experiências que ajudam a compreender mudanças que já acontecem no mercado e na sociedade.
A programação aborda questões que atravessam diferentes profissões, na Educação, estão temas como inteligência artificial generativa, plataformas digitais e os desafios da educação básica. No Direito, entram em discussão algoritmos, segurança pública e regulação da inteligência artificial.
Na Saúde, a programação passa por tecnologia aplicada a tratamentos, reabilitação, saúde digital e inteligência artificial no mercado farmacêutico. A diversidade mostra que as transformações tecnológicas não estão restritas a uma única área. Elas já fazem parte da realidade de diferentes profissões e exigem novos conhecimentos e habilidades.
Ao aproximar estudantes de profissionais e pesquisadores, o congresso amplia as possibilidades de aprendizado e coloca em discussão assuntos que fazem parte do cotidiano de diferentes áreas de atuação.
Em outubro, a agenda de UNEF e UNIFAN ganha uma nova dimensão com a FINC 2026, que tem expectativa de reunir 15 mil pessoas em Feira de Santana.
O festival será uma experiência de grande porte, envolvendo estudantes e diferentes equipes na construção de uma programação que combina entretenimento, cultura, convivência e experiências universitárias.
A dimensão do evento também está na estrutura necessária para colocá-lo de pé. Comunicação, produção, tecnologia, audiovisual, logística, atendimento, organização e gestão são algumas das áreas envolvidas em uma realização desse tamanho.
Para os estudantes, participar desse processo significa ter contato com situações reais, trabalho em equipe, planejamento e desafios que fazem parte do mercado profissional.
A FINC 2026 também amplia a presença da universidade na cidade, com a expectativa de receber cerca de 15 mil pessoas, o festival transforma Feira de Santana em palco de uma grande experiência universitária e aproxima ainda mais estudantes, comunidade e diferentes setores.
Assim, se o CICIC.26 cria espaço para discutir o conhecimento que está moldando o futuro, a FINC 2026 amplia essa proposta por meio da experiência e do protagonismo dos estudantes.
Duas iniciativas, formatos diferentes e uma mesma direção: uma formação que não termina na sala de aula.
A Inteligência Artificial pode ser uma grande aliada na graduação, desde que você use a tecnologia para aprender, e não apenas para encontrar respostas prontas.
A Inteligência Artificial está transformando a forma como estudamos, trabalhamos e produzimos conhecimento. Essa transformação é justamente o ponto de partida da FINC 2026, que chega à sua 12ª edição nos dias 20, 21 e 22 de outubro, com o tema “A Era da IA: a jornada da inteligência humana”. O festival propõe uma reflexão sobre a evolução da inteligência humana e sobre a relação das pessoas com as tecnologias que elas próprias criaram.
Dentro dessa discussão, uma pergunta se torna cada vez mais importante para quem está na universidade: como utilizar a Inteligência Artificial para potencializar o aprendizado sem deixar que ela faça o trabalho de aprender por você?
Resumir conteúdos, explicar assuntos difíceis, criar exercícios e organizar a rotina de estudos são algumas das possibilidades que a Inteligência Artificial para estudantes oferece. Mas existe uma diferença importante entre usar IA como ferramenta de aprendizado e simplesmente deixar que ela faça o trabalho por você.
A melhor estratégia é usar a tecnologia para entender melhor, testar conhecimentos e desenvolver autonomia.
A Inteligência Artificial pode tornar os estudos mais personalizados e ajudar o estudante a aproveitar melhor o tempo. Algumas formas práticas de utilizá-la são:
O segredo está também em fazer boas perguntas. Quanto mais contexto você fornecer, mais útil tende a ser a resposta da ferramenta. Essa habilidade de elaborar comandos, conhecida como prompt, já é uma competência relevante no ambiente profissional.
Por mais avançadas que sejam as ferramentas, a IA pode apresentar informações incorretas, incompletas ou desatualizadas. Por isso, uma regra é fundamental: não aceite toda resposta como verdade absoluta.
Compare informações, consulte livros e artigos científicos e, quando necessário, converse com seus professores.
Mais do que saber utilizar uma ferramenta, o estudante precisa desenvolver pensamento crítico, criatividade, comunicação, capacidade de resolver problemas e autonomia, competências que continuam essenciais na formação profissional.
Essas competências também aparecem nas discussões internacionais sobre educação e Inteligência Artificial. A UNESCO, por exemplo, estabelece um marco de competências em IA para estudantes que inclui ética, pensamento centrado no ser humano, aplicações de IA e capacidade de avaliar criticamente essas tecnologias.
A Inteligência Artificial pode ser uma aliada em diferentes momentos da vida acadêmica, desde a compreensão de um conteúdo mais complexo até a preparação para uma prova. Existem ferramentas específicas para explicar conceitos, organizar materiais, realizar pesquisas, criar exercícios, revisar conteúdos e até auxiliar em cálculos. Conhecer essas possibilidades ajuda o estudante a escolher a tecnologia mais adequada para cada objetivo, sempre lembrando que a IA deve apoiar o processo de aprendizagem, e não substituir o esforço de estudar e construir conhecimento.
| Ferramenta | Gratuita? | Para que serve |
| ChatGPT | Sim | Explicar conteúdos, criar exercícios e simulados, revisar textos, tirar dúvidas e organizar os estudos. |
| Google NotebookLM | Sim | Estudar a partir de PDFs, artigos, slides e anotações, criando resumos, perguntas e materiais de revisão. |
| Perplexity | Sim, com limites | Fazer pesquisas e encontrar informações acompanhadas de fontes para consulta. |
| Google Gemini | Sim, com recursos pagos | Explicar conceitos, resumir conteúdos, gerar questões e auxiliar em diferentes atividades acadêmicas. |
| Claude | Sim, com limites | Analisar documentos e textos longos, explicar conteúdos e auxiliar na revisão e organização de trabalhos. |
| Quizlet | Sim, com recursos pagos | Criar flashcards, quizzes e atividades de revisão para ajudar na memorização. |
| Wolfram Alpha | Sim, versão básica | Auxiliar em matemática, física, estatística e outras áreas que envolvem cálculos e resolução de problemas. |
Se a IA consegue explicar conteúdos em segundos, qual é o papel da universidade?
A resposta está justamente naquilo que vai além da informação: a graduação proporciona contato com professores, pesquisas, projetos, atividades práticas, trabalho em equipe e situações que aproximam o estudante dos desafios da profissão. A própria proposta da FINC 2026 parte dessa reflexão, em uma era em que a inteligência artificial participa cada vez mais das decisões e atividades humanas, é necessário discutir qual continua sendo o papel da inteligência humana.
É nessa combinação entre conhecimento, experiência e tecnologia que acontece uma formação mais completa.
A tecnologia continuará mudando a forma como estudamos e trabalhamos, por isso, mais importante do que dominar uma ferramenta específica é desenvolver a capacidade de aprender continuamente e se adaptar às transformações do mercado.
A IA pode ajudar você a estudar melhor, mas quem precisa continuar pensando, questionando e aprendendo é você. E é justamente essa relação entre tecnologia e inteligência humana que estará no centro das discussões da FINC 2026.
O semestre 2026.2 já começou e convida os estudantes a viverem uma jornada marcada pelo conhecimento, pela prática e pela FINC 2026, que traz como tema "A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana"
As salas de aula voltaram a ganhar vida, os corredores se encheram de reencontros e expectativas, e uma nova etapa da formação acadêmica já começou. Os estudantes iniciaram mais um semestre na UNEF, dando início a um período que promete muito mais do que novas disciplinas: uma oportunidade para desenvolver competências, construir conexões e viver experiências que fazem diferença dentro e fora da universidade.
Ingressar em uma nova fase da graduação significa abrir espaço para desafios, descobertas e crescimento. A cada semestre, a universidade se torna um ambiente onde teoria e prática caminham juntas, preparando profissionais capazes de responder às transformações do mercado de trabalho e da sociedade.
Na UNEF, esse compromisso vai além da sala de aula, a formação é construída para que o estudante participe ativamente do processo de aprendizagem, desenvolvendo conhecimentos técnicos, pensamento crítico, criatividade, capacidade de inovação e habilidades essenciais para a carreira.
A rotina universitária é composta por muito mais do que aulas, projetos de extensão, atividades práticas, pesquisas, eventos científicos, ações comunitárias, monitorias e experiências em ambientes reais fazem parte da jornada acadêmica e contribuem para uma formação completa.
Na UNEF, o contato com a prática acontece desde os primeiros semestres, laboratórios modernos, clínicas-escola, projetos institucionais e campos de estágio permitem que os estudantes vivenciem situações que aproximam o aprendizado da realidade profissional.
Essa experiência contribui para o desenvolvimento de competências valorizadas pelo mercado, como resolução de problemas, trabalho em equipe, comunicação, liderança e tomada de decisões.
Entre os momentos mais aguardados do calendário acadêmico está a FINC – Feira Internacional do Conhecimento, considerada um dos maiores eventos científicos e acadêmicos promovidos pela UNEF.
Nesta edição, a feira traz um tema que dialoga diretamente com as mudanças que já impactam a educação, a ciência, a saúde, os negócios e praticamente todas as profissões: "A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana".
Mais do que discutir tecnologia, a proposta da FINC 2026 é promover uma reflexão sobre o papel das pessoas em um cenário cada vez mais impulsionado pela inteligência artificial. Afinal, embora as ferramentas evoluam rapidamente, continuam sendo a criatividade, a ética, o pensamento crítico e a capacidade humana de inovar os grandes diferenciais para transformar conhecimento em soluções.
Ao longo da programação, estudantes terão acesso a palestras, oficinas, apresentações de trabalhos científicos, experiências práticas e debates conduzidos por especialistas de diferentes áreas do conhecimento, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa, extensão e inovação.
A participação na FINC representa uma oportunidade para ampliar horizontes, compartilhar conhecimento e compreender como a inteligência humana continua sendo protagonista na construção do futuro.
Escolher uma graduação é investir em um projeto de vida, e aproveitar cada oportunidade oferecida pela universidade faz parte desse processo.
Durante o semestre, os estudantes têm a oportunidade de fortalecer sua rede de contatos, desenvolver projetos, participar de eventos acadêmicos, vivenciar práticas profissionais e construir experiências que enriquecem o currículo e ampliam a visão sobre a profissão escolhida.
Essa vivência faz com que o aprendizado aconteça de forma dinâmica, conectando o conhecimento produzido na universidade às demandas reais da sociedade e do mercado de trabalho.
Todo começo representa uma nova oportunidade para aprender, crescer e transformar objetivos em conquistas. O semestre 2026.2 chega com novos desafios, novas experiências e uma programação acadêmica pensada para incentivar o protagonismo estudantil, a inovação e a construção do conhecimento.
Seja para quem acaba de ingressar na graduação ou para quem já está próximo da formatura, este é o momento de aproveitar cada aula, cada projeto e cada oportunidade de desenvolvimento.
Porque a maior jornada da sua vida não é apenas concluir um curso, é descobrir novas possibilidades, construir conexões, desenvolver seu potencial e preparar-se para transformar o mundo.
Na UNEF, essa jornada já começou, e neste semestre, ela será marcada pelo conhecimento, pela inovação e pela reflexão proposta pela FINC 2026: "A Era da IA: A Jornada da Inteligência Humana".
O processo seletivo está encerrado no momento.